Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de junho de 2016

1ª OFICINA PARA PAIS

Uma noite agradável e produtiva, na presença de pais comprometidos e responsáveis — foi assim, a nossa noite de hoje, no CAEEP, quando alguns pais tiveram a oportunidade de participar de uma oficina, organizada pela Psicopedagoga Marielli Costa Beber e pela Coordenadora Pedagógica do CAEEP Sara Adriane Medeiros de Oliveira.


O objetivo principal do encontro era capacitar os pais para trabalharem atividades diárias de alfabetização com seus filhos, bem como perceber a importância de estabelecer uma rotina de estudo em casa.
Inicialmente, os pais conheceram os NÍVEIS DE ESCRITA pelos quais as crianças passam até se tornarem alfabetizadas. Visualizaram também, através da ESCADA DOS NÍVEIS DE ESCRITA, onde seu filho se encontra e onde precisa chegar.





MATERIAL À ESPERA DOS PAIS...


Entre outras atividades, os pais tiveram a oportunidade de confeccionar um jogo para seu filho e aprender as inúmeras possibilidades de exploração do mesmo.




Os pais também receberam algumas dicas de COMO AJUDAR SEU FILHO EM CASA...














Ao final, receberam uma lembrancinha... 

Muitos pais estão percebendo a importância de ajudar seus filhos em casa, porém, nem todos sabem como fazer isso de maneira adequada. Ter alguém que os oriente e que os motive a fazer isso da maneira mais adequada é de fundamental importância.

CONVITE - OFICINA PARA PAIS


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PARA GARANTIR UMA INFÂNCIA MAIS SEGURA

É possível reduzir os riscos em sua família
Especialistas sugerem cuidados que poderão garantir uma infância mais segura às crianças:
EM CASA:
 Evite a negligência — A maior violência. Leva à degradação das relações familiares, à perda de autoridade, à confusão do conceito de liberdade com descaso e à exposição exagerada aos riscos de violência, dentro e fora de casa.
 Violência hereditária — Pais vítimas de violência na infância correm maior risco de impor o mesmo flagelo aos filhos. Se perceber esse comportamento no parceiro, procure ajuda.
 Desorganização familiar — Famílias com baixa instrução ou desorganizadas são criadouros de violências, além de favorecer o convívio exagerado dos filhos na rua. Se um casamento não dá certo, pode ser melhor desfazê-lo a manter cenas de violência doméstica.
 Atenção aos sinais — Parte dos casos de abuso nasce na casa das vítimas ou de parentes. Esteja atento a indícios como queda no desempenho escolar, alterações na maneira de se relacionar, distúrbios ou perturbações de sono e de alimentação e marcas físicas.
 Conheça as relações de amizade — Inteire-se das amizades de seus filhos. Elas determinarão o comportamento de crianças e, principalmente, dos adolescentes em curto prazo.
 Negocie a liberdade — Na adolescência, o grito por liberdade aumenta. Negocie limites de acordo co sua percepção da responsabilidade de seu filho. E respeite as individualidades.
 Aumente o tempo que dedica aos filhos — A presença dos pais, longe de ser intrusiva, serve como suporte emocional. Mesmo filhos que se orgulham de total liberdade podem se sentir abandonados.
 Sexualização precoce — Tente evitar que a infância de seus filhos se torne a reprodução de uma vida adulta. O vestuário e as festas devem ter características infantis.
 Restrinja a TV — Acompanhe os programas de interesse de seus filhos. Em caso de temáticas adultas, discuta-as. Faça com que a programação assistida por seus filhos esteja de acordo com a idade e estimule as alternativas como jogos e brincadeiras.
 Cuide do filho, não só do perigo — É mais fácil instruir seu filho para que evite perigos do que identificar potenciais agressores. O conhecimento que você tem de seu filho e que seu filho tem de si mesmo e da família é a melhor fonte de proteção pessoal.
 Converse com seu filho — Fale sobre casos — mesmo de violência — debatidos na mídia. Discuta comportamentos, notícias, leituras, filmes, jogos infantis. Ouça a resposta às questões. Acompanhe a vida de seu filho em casa, na rua, na escola.
 Discernir cuidado de super-proteção — Se você tem precauções para reduzir riscos, está no caminho certo. Evite a hiper-vigilância, que causa atritos e afastamento entre pais e filhos.
NA ESCOLA:
 Uso de drogas — As drogas também estão na escola. Esteja atento.
 Bom colégio — Escolha uma escola com compromisso com seu filho. O local de estudos não pode ser um depósito de crianças, cuja responsabilidade começa e acaba no portão do prédio.
 Bons professores — Proteste e peça aos educadores que acompanhem os questionamentos de seus filhos. Exija atenção, profissionalismo e a melhoria da qualidade da escola.
 Compromisso com a realidade — A escola deve tratar de assuntos atuais e se envolver com a comunidade.
 Troque experiências — Participe das reuniões na escola. Integre os círculos de pais e mestres.
NA RUA:
 Lugares apropriados — Parques fechados, condomínios, escolas ou centros comunitários são locais mais seguros para o lazer.
 Uso de drogas — Entenda: atualmente, fazem parte do convívios social e podem ingressar em sua família. Não leve dois anos até descobrir, tempo em média gasto pelos pais.
 Envolvimento comunitário — Promova o envolvimento da família com a comunidade. É sempre bom contar com amigos na instrução de seu filho.
 Evite a livre circulação — Saiba aonde crianças e adolescentes vão, com quem, quando voltarão e quem os levará. A autonomia exagerada fará com que as ruas ensinem mais do que você.
 Clubes, sociedades e escola — Para a prática de esportes e o convívio com os amigos, são locais recomendados.
 Reduza a permanência na rua — Não permita que seu filho passe o dia na rua, sem que você saiba onde está.
 Casa é dos pais — O mesmo vale para as casas que seu filho freqüenta. Saiba quais são, quem mora nelas e sempre dê prioridade à permanência da criança em sua própria casa.
Por: Jacqueline Poesch Moreira, Suzana Braun e Gabriel Neves Camargo (Jornal Zero Hora)